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Encontramo-nos no interior da estufa nº 1 do JMAT. Aqui
poderão ser apreciadas colecções de plantas vivas cuja origem
se reparte por três continentes: americano, asiático e africano,
e representam, no seu conjunto, as plantas que no período
dos Descobrimentos (Séc. XV e XVI) foram trazidas ou levadas
pelas caravelas e se tornaram com o decorrer dos tempos
plantas de interesse económico excepcional. Destinam-se
a fins didácticos e base de estudos técnico-científicos
em desenvolvimento no JMAT.
Nela se conservam as espécies vegetais tropicais e subtropicais
mais exigentes e por isso não susceptíveis de se manterem,
em boas condições, ao ar livre, no ambiente habitual em
Portugal.
Poderão encontrar-se entre outras, o ananazeiro (Ananas
sativa), a papaeira (Carica papaia), a quineira (Chichona
sp.), a baunilha (Vanilla fragrans), a anato (Bixa orellana),
a anoneira (Annona sp.), o cacaueiro (Theobroma cacao),
o carrapato (Furcranae foetida), a mandioca (Manihot esculenta),
purgeira (Jatropha curcas), como espécies de origem americana.
De
origem asiática, dispõe-se de bananeiras (Musa spp.), aleurites
(Aleurites spp.), cana sacarina (Sacharum officinarum),
chazeiro (Caméllia sinensis), coqueiro (Coccos nucifera),
fruta pão (Artocarpusaltilis), lichia (Litchi sinensis),
manga (Mangifera indica), caneleira (Cinnamomum zeilanicum),
cardamorno (Elettaria cardamomum), cravinho (Zyzigi aromaticum),
açafrão (Curcuma domestica), gengibre (Zingiger officianales),
pimenta (Piper nigrum), noz moscada (Myristica fragrans)
e outras.
Também
se poderão encontrar plantas de origem africana como o cafeeiro
(Coffea sp.) e a palmeira dendem (Elaeis guineensis).
Igualmente se poderão apreciar diversas Sansevierias, Pandanus,
Caladium, Anthurium, Croton, diferentes orquídeas e tantas
outras plantas.
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